Famílias tradicionais mantêm presença nas eleições parlamentares do Rio
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Política

Famílias tradicionais mantêm presença nas eleições parlamentares do Rio

Filhos, irmãos e parentes de políticos foram eleitos ou reeleitos para a Câmara dos Deputados e a Assembleia Legislativa do Rio. Outros nomes ligados a grupos políticos ficaram na suplência ou não conseguiram se eleger.

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Por Redação Rio Diário · 4 de outubro de 2026 às 23:35
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As famílias políticas do Rio de Janeiro seguem representadas no Legislativo. Wladimir Garotinho (PL), filho do ex-governador Anthony Garotinho, foi eleito deputado federal com 81.7987 votos. Ex-prefeito de Campos, ele havia renunciado ao mandato parlamentar em 2021 para disputar a prefeitura e, após ser reeleito, deixou o cargo municipal para o então vice, Frederico Paes (MDB).

Nelsinho Ruas (PL) foi eleito deputado estadual com 70.552 votos. Filho do prefeito de São Gonçalo, Capitão Nelson (PL), e irmão de Douglas Ruas, candidato do PL ao governo estadual que avançou ao segundo turno, ele também integra o grupo familiar com atuação na política fluminense.

Entre os eleitos para deputado federal estão Márcio Rezende (PSD), irmão do prefeito de Macaé, com mais de 75.148 votos, e Diego Quaquá (PT), filho do prefeito de Maricá, Washington Quaquá, e da deputada estadual Rosângela Zeidan, com mais de 68 mil votos.

Felipe Pampolha (PP) foi eleito deputado estadual com mais de 61 mil votos. Ele é primo de Thiago Pampolha, conselheiro do Tribunal de Contas do Estado e ex-parlamentar e vice-governador do Rio no governo Cláudio Castro. Rafael Picciani (União), filho do ex-presidente da Alerj Jorge Picciani, também ocupará uma cadeira na Assembleia, após receber 44.333 votos.

Jorge Felippe Neto (PL) foi reeleito deputado estadual. Filho da ex-vereadora Vanessa Felippe, neto do vereador Jorge Felippe e enteado do ex-deputado Rodrigo Bethlem, ele seguirá na Alerj.

Entre os candidatos que não foram eleitos, Rogéria Bolsonaro (PL) ficou na suplência para deputada federal, enquanto Daniela do Waguinho (Republicanos) não conseguiu se reeleger. Léo Picciani (PV), irmão de Rafael Picciani, também ficou na suplência da Câmara Federal, e Marco Antônio Cabral, filho do ex-governador Sergio Cabral, não se elegeu deputado estadual.

Fonte: Tempo Real RJ

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