Segurança

Professora morre após duas altas e diagnóstico de ansiedade no Rio

Giulia Silva de Araújo, de 26 anos, morreu após procurar duas vezes um hospital municipal com dor no peito e sintomas compatíveis com um quadro cardíaco. Laudo da Polícia Civil apontou tamponamento cardíaco e ruptura de aneurisma da aorta ascendente.

Por · 5 de setembro de 2026 às 04:36
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Giulia era professora de História e estudante da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), onde também se especializava em Educação Especial e Inovação Tecnológica. Ela morreu na última sexta-feira (28), horas depois de receber alta pela segunda vez do Hospital Municipal Francisco da Silva Telles, em Irajá, na zona Norte do Rio.

Na primeira ida à emergência, a professora relatou dor no peito e outros sintomas compatíveis com um quadro cardíaco. Segundo os familiares, ela passou por exames e foi liberada com diagnóstico de ansiedade. Cerca de três horas depois, voltou à unidade com as mesmas queixas e recebeu nova alta após outros exames.

O laudo de necropsia da Polícia Civil do Rio, finalizado nesta quarta-feira (2), apontou que Giulia morreu em decorrência de tamponamento cardíaco e ruptura de aneurisma da aorta ascendente. Familiares afirmaram que ela teria apresentado sintomas mais graves e desmaiado durante o segundo atendimento.

A irmã da professora, Fabiana Marques, disse que Giulia planejava cursar uma nova graduação e se mudar para os Estados Unidos em busca de melhores oportunidades profissionais. Segundo ela, a docente era próxima da família e ajudava, inclusive, nas tarefas escolares do filho.

A UFRJ fará neste sábado (5) uma cerimônia de premiação em homenagem à conclusão do curso de Giulia. A família informou que estará presente para receber a homenagem. Fabiana também afirmou que a professora era querida pelos alunos e que sua ausência continuava sendo sentida na escola.

A família cobra esclarecimentos sobre o atendimento e busca Justiça. A direção do hospital declarou que prestou assistência conforme o quadro clínico apresentado em cada avaliação e que os exames, incluindo o eletrocardiograma, não indicaram alterações. O caso é investigado pela 59ª DP (Duque de Caxias).

Fonte: CNN Brasil

Matéria produzida com auxílio de inteligência artificial. Como verificamos.

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