Projetos de leitura tornam alfabetização mais lúdica em escola de Nova Iguaçu
Reprodução/Folha da Baixada
Baixada Fluminense

Projetos de leitura tornam alfabetização mais lúdica em escola de Nova Iguaçu

Estudantes do 1º e do 2º ano da Escola Municipal Flor de Lis participam de atividades que usam livros, desafios e elementos de jogos para estimular a leitura e a escrita. As ações também envolvem as famílias no processo de aprendizagem.

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Por Redação Rio Diário · 10 de setembro de 2026 às 04:52
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Na Escola Municipal Flor de Lis, em Nova Iguaçu, professores desenvolveram projetos para aproximar as crianças dos livros durante os primeiros anos do ensino fundamental. As atividades procuram respeitar os diferentes ritmos de aprendizagem e manter o contato frequente com a leitura.

Entre as iniciativas estão o “Pelotão da Leitura”, “Lendo com o Senhor Alfabeto” e “Ler é um Gol de Campeão”. No primeiro, alunos do 2º ano escolhem os livros que querem ler e registram cada obra concluída como uma conquista. A estudante Sophia Alcântara, de 11 anos, já leu 25 livros na atividade.

No 1º ano, o projeto “Lendo com o Senhor Alfabeto” permite que, a cada semana, uma criança leve para casa um livro acompanhado pelo mascote da turma. A proposta busca incluir os familiares no momento de leitura e aproximar os estudantes da literatura antes mesmo da conclusão do processo de alfabetização.

Também no 1º ano, o “Ler é um Gol de Campeão” usa referências do futebol para acompanhar o avanço de alunos com dificuldades de alfabetização. As crianças leem para cinco pessoas, recolhem autógrafos, apresentam a atividade à professora e recebem estrelas no caderno e em uma tabela. Ao completar as cinco leituras, ganham um broche em formato de estrela.

Segundo os trechos da fonte, ações da Secretaria Municipal de Educação em parceria com o Instituto Ayrton Senna também registraram avanços. No programa Se Liga, a proporção de estudantes nos níveis mais baixos de Língua Portuguesa caiu de 60% para 36%, enquanto a média de livros lidos passou de 1,5 para 3,9 por aluno. No Acelera Brasil, o desempenho em escrita subiu de 38% para 58%, e a média de livros foi de 2,3 para 4,4 por estudante.

Fonte: Folha da Baixada

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