Tarcísio Motta pede investigação sobre fuzis da PM mantidos fora dos quartéis
Reprodução/Tempo Real RJ
Segurança

Tarcísio Motta pede investigação sobre fuzis da PM mantidos fora dos quartéis

O deputado federal acionou o Ministério Público do Rio para apurar os critérios de controle e fiscalização de armamentos da Polícia Militar mantidos fora das unidades da corporação. A representação solicita dados de um recadastramento extraordinário determinado pelo governo estadual.

PublicidadeGarnet Corretora de Seguros: proteger hoje e garantir amanha. Auto, residencial, vida, saude e empresarial.
Por Redação Rio Diário · 27 de setembro de 2026 às 11:35
Compartilhar

O deputado federal Tarcísio Motta (PSOL-RJ) pediu ao Ministério Público do Rio (MPRJ) a investigação dos procedimentos usados para controlar e fiscalizar fuzis, carabinas e submetralhadoras da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ) mantidos fora dos quartéis.

Na representação, o parlamentar solicita acesso aos resultados do recadastramento extraordinário determinado pelo governo estadual. Ele também quer que sejam apuradas as quantidades de armas sob cautela de policiais cedidos a outros órgãos ou empregadas na segurança de autoridades.

Motta questiona ainda a negativa da PM a um pedido feito pela Lei de Acesso à Informação (LAI), que buscava dados agregados sobre armamentos mantidos fora da atividade operacional. A corporação justificou que a divulgação poderia comprometer a segurança institucional e a de agentes públicos.

Em julho, o governo estadual determinou o recadastramento obrigatório de armas de uso restrito cedidas a órgãos públicos ou acauteladas a pessoas físicas e jurídicas. No mês seguinte, uma resolução da PM regulamentou a cessão desses equipamentos e previu o envio de um relatório ao governador com o número de armas cadastradas, recolhidas e eventuais irregularidades.

A fonte também relata que um fuzil Colt M4 da PM foi apreendido no carro do ex-prefeito de Belford Roxo e candidato a deputado estadual Márcio Canella (União). Segundo o texto, a arma pertencia ao acervo da corporação, havia sido retirada do quartel-general e estava acautelada em nome de um sargento responsável pela escolta do político, com autorização da cúpula da PM.

Fonte: Tempo Real RJ

PublicidadeOfertaPulso: as ofertas do dia no seu WhatsApp. Grupo publico e gratuito, saia quando quiser.
Compartilhar

← Voltar ao início de Rio Diário

Newsletter

Newsletter em preparação.

Continue acompanhando as notícias pelo portal.