
Guia orienta igrejas e candidatos sobre religião e eleições de 2026
Obra de 56 páginas foi lançada por um desembargador federal, um promotor de Justiça Eleitoral e Criminal e um advogado especializado em Direito Religioso, Eleitoral e Digital. Manual reúne exemplos do que é permitido e proibido para igrejas durante a pré-campanha e a campanha eleitoral.
O “Guia Evangélicos & Eleições 2026 — Guia Prático para Igrejas, Líderes e Candidatos” foi lançado nesta terça-feira (04) por William Douglas, desembargador federal do Tribunal Regional Federal da 2ª Região; Francisco Dirceu Barros, promotor de Justiça Eleitoral e Criminal durante 26 anos; e Rafael Durand, advogado especializado em Direito Religioso, Eleitoral e Digital.
Com 56 páginas, a publicação apresenta orientações práticas sobre manifestações políticas em igrejas. O material também diferencia as condutas permitidas na pré-campanha daquelas autorizadas depois do início oficial da campanha.
Entre os exemplos considerados possíveis estão incentivar o voto consciente, defender princípios como proteção da vida, liberdade religiosa e justiça social, além de fazer a apresentação protocolar de um candidato visitante. O guia também orienta que pastores podem pedir orações por pessoas íntegras para governar.
A obra proíbe, entre outras condutas, afirmar que um candidato foi escolhido por Deus para determinada igreja, pedir votos para um número específico, dizer que eleitores de determinado candidato irão para o inferno ou promover ofertas para financiar uma campanha.
“Em suma, este Manual é um convite à coragem e à prudência”, afirma a publicação. O texto defende que candidatos busquem o mandato com integridade e que igrejas e líderes preservem o púlpito de seu uso como palanque eleitoral.
Fonte: temporealrj.com
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