PF aponta vantagens a Cláudio Castro em investigação sobre a Refit
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Política

PF aponta vantagens a Cláudio Castro em investigação sobre a Refit

Decisão do STF que retirou o sigilo da Operação Sem Refino 2 reúne indícios de que o ex-governador do Rio teria recebido benefícios financiados por empresas ligadas ao grupo Refit. Entre os itens citados estão caviar, o aluguel de uma cobertura e a posse de fato de uma mansão em Petrópolis.

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Por Redação Rio Diário · 3 de setembro de 2026 às 18:31
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A investigação da Polícia Federal aponta que Cláudio Castro teria obtido vantagens diretas de um esquema de lavagem de capitais ligado à Refit, antiga Refinaria de Manguinhos. As informações constam da decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, que retirou o sigilo do caso nesta quinta-feira (3).\n\nSegundo o documento, uma compra de caviar no valor de R$ 10.500 foi paga pela empresa AC Santos Participações e Empreendimentos, ligada ao advogado Antonio Carlos da Conceição Santos, conhecido como “Pipo”. A PF afirma que a operação indicaria o uso de terceiros para custear despesas atribuídas ao ex-governador.\n\nA decisão também cita a utilização, por Castro, de uma mansão no condomínio Locanda Residenze, em Petrópolis, formalmente registrada em nome da Concrecasa Construções Inteligentes Ltda. De acordo com a investigação, ele coordenava reformas no imóvel, incluindo um projeto de adega climatizada orçado em R$ 245 mil.\n\nNa Barra da Tijuca, a PF investiga o aluguel de uma cobertura no Condomínio Atmosfera por R$ 10 mil mensais. O valor teria ficado abaixo da estimativa de mercado apresentada pelos investigadores, entre R$ 25 mil e R$ 29 mil. A empresa proprietária do imóvel é descrita no documento como uma possível estrutura para ocultar o beneficiário.\n\nA apuração também menciona mensagens de celulares apreendidos que, segundo a PF, indicariam comunicação direta entre Castro e outros secretários para agilizar licenças ambientais e perseguir empresas concorrentes. O procedimento investiga suspeitas de gestão fraudulenta, lavagem de capitais, sonegação fiscal e evasão de divisas envolvendo a Refit e seu controlador de fato, Ricardo Andrade Magro.\n\nFonte: Tempo Real RJ

Fonte: Tempo Real RJ

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