

PGJ do Rio prevê novas denúncias e prisões em investigações no estado
Antônio José Campos Moreira afirmou que auditorias em contratos, licitações e obras devem resultar em novas denúncias e prisões. Segundo ele, as apurações envolvem o Ministério Público e o Gabinete de Segurança Institucional.
O procurador-geral de Justiça do Rio, Antônio José Campos Moreira, afirmou que novas denúncias e prisões podem ocorrer a partir de auditorias em contratos, licitações e obras do governo estadual. A declaração foi dada durante encontro do grupo empresarial Lide, em Copacabana.
As investigações são conduzidas pelo Grupo de Atuação Especializada de Defesa da Integridade e Repressão à Sonegação Fiscal do Ministério Público do Rio (Gaesf/MPRJ), em articulação com o Gabinete de Segurança Institucional (GSI) do Palácio Guanabara.
Segundo o procurador-geral, informações sobre pessoas com prerrogativa de foro, incluindo deputados e prefeitos, foram encaminhadas ao Ministério Público. Parte dos casos já teria sido denunciada, enquanto outros estariam em fase de encaminhamento.
Antônio José disse que as apurações serão conduzidas sem uso político e que os resultados ocorrerão no tempo necessário para um processo considerado responsável. Ele também afirmou que assinou uma medida relacionada a uma investigação do Gaesf.
O procurador-geral citou ainda o Instituto Rio Metrópole. De acordo com ele, há um contrato estimado em R$ 80 milhões sem objeto definido e uma empresa vencedora de licitação para obra de saneamento que atua no setor de alimentos.
Ele também declarou que o instituto recebe recursos de 22 municípios e do governo estadual, mas afirmou não saber onde o dinheiro teria sido aplicado. O caso foi descrito por Antônio José como uma investigação de corrupção e criminalidade estruturada.
Fonte: Tempo Real RJ
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