STF adia análise sobre comando do governo do Rio de Janeiro
Reprodução/CNN Brasil
Política

STF adia análise sobre comando do governo do Rio de Janeiro

Presidente do Supremo retirou de pauta nesta quarta-feira (19) o julgamento sobre a realização de uma eleição indireta no estado. Ricardo Couto deve permanecer interinamente no cargo até uma nova decisão da Corte.

PublicidadeOfertaPulso: oferta relampago o dia todo, com preco monitorado e cupom verificado.
Por Redação Rio Diário · 19 de agosto de 2026 às 12:30
Compartilhar

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, retirou de pauta nesta quarta-feira (19) a análise sobre a definição do comando do governo do Rio de Janeiro. As iniciativas que discutiam uma eventual eleição indireta foram adiadas por falta de consenso entre os ministros.

O desembargador Ricardo Couto, presidente do Tribunal de Justiça do Rio, ocupa interinamente o cargo desde março. Segundo a reportagem, não há previsão de retomada do julgamento antes das eleições estaduais de outubro, e a tendência no STF é que ele permaneça à frente do governo até 2027.

O julgamento começou em abril e discute se a escolha do governador será feita por voto direto da população ou de forma indireta, pela Assembleia Legislativa. Também está em análise se a votação na Alerj ocorrerá com voto aberto ou secreto.

Luiz Fux, André Mendonça, Nunes Marques e Cármen Lúcia votaram pela eleição indireta, com voto secreto. Cristiano Zanin defendeu o voto direto, enquanto Flávio Dino pediu vista e adiou a conclusão do caso. A sessão desta quarta-feira também deve terminar mais cedo por causa da posse de Luis Felipe Salomão na presidência do STJ.

Fonte: CNN Brasil

PublicidadeOfertaPulso: as ofertas do dia no seu WhatsApp. Grupo publico e gratuito, saia quando quiser.
Compartilhar
Direto da redação

Informação que importa, direto do Rio Diário.

Receba as principais notícias e alertas editoriais. Inscrição gratuita e cancelamento a qualquer momento.

Ao se inscrever, você aceita a nossa política de privacidade. Não vendemos seus dados.